04/05/2018

Como parte da missão de divulgar a obra de Lasar Segall, o Museu Lasar Segall cede, temporariamente, obras do acervo a instituições culturais, no país ou no exterior.

Sinal para um novo início! O Centenário da Secessão de Dresden – Grupo 1919

15/06/2019 a 15/09/2019

A Exposição, na Städtische Galerie Dresden, será dedicada ao Centenário da Fundação da Secessão de Dresden – Grupo 1919.

Após a Revolução de Novembro de 1918, na Alemanha, há um período de grande efervescência cultural por todo o país. Vários grupos se organizam em busca de novas propostas para uma renovação nas artes. Um deles é o da Secessão de Dresden – Grupo 1919, que reúne artistas insatisfeitos com o destino das artes e as propostas, ainda em prática, da Academia de Belas Artes. Esses jovens, conhecidos como a segunda geração expressionista, se autoproclamam ‘O Futuro’ e estão em busca de uma expressão “interiormente verdadeiras”, como relata o próprio Segall. Seus fundadores são, Peter August Böckstiegel, Otto Dix, Will Heckrott, Otto Lange, Constantin von Mitschke-Collande, Conrad Felixmüller, Otto Schubert, Lasar Segall, a escultora Gela Forster e o arquiteto e escritor Hugo Zehder. O grupo promove exposições e publicações, com a participação de outros artistas como  Oskar Kokoschka, Lyonel Feininger, Eugen Hoffmann, George Grosz e Kurt Schwitters.

A mostra, reunirá cerca de 80 pinturas e trabalhos em papel de doze artistas. Com uma visão abrangente do período e com a finalidade de preencher um vazio na história da arte de Dresden e de elucidar o importante papel das artes nas mudanças políticas pós-primeira guerra.

Segall estará representado pelas gravuras produzidas para o álbum que dá nome ao grupo e pelas obras Eternos Caminhantes, 1919, Autorretrato II, 1919, 2 desenhos e uma aquarela.

Museu Global – Micro histórias de um modernismo excêntrico

11/11/2018 a 10/03/2019

Desde o final dos anos de 1990 o interesse por uma perspectiva histórico mundial sobre o modernismo cresceu rapidamente. Este “revisionismo” busca analisar o modernismo produzido em outros centros de produção artística e que não são mencionados em livros e textos da história da arte, que registram a produção das tradicionais escolas do século XX que se desenvolveram em Paris, Berlim, e posteriormente Nova York.

A exposição, realizada no Museu Kunstsammlung Nordrhein-Westfalen, apresenta obras de sua coleção, constituída predominantemente por artistas do “modernismo clássico” europeu e norte-americano, como Paul Klee, Henri Matisse, Pablo Picasso, René Magritte, Max Ernst, Max Beckmann, Kirchner, Kandinsky, Emil Nolde e Mondrian. Estes  se integram a outras coleções e artistas do Japão, Brasil, México, Índia, Líbano e Nigéria.

Desta reunião são apresentadas as “micro-histórias” de uma modernidade. Uma delas, após longa pesquisa realizada por Melanie Vietmeier, focaliza a obra de Lasar Segall e o tópico da migração em sua obra. Judeu e russo de nascimento, o artista Segall, que teve um papel relevante no Expressionismo Alemão e após a sua migração para São Paulo e atuante no modernismo brasileiro, é um daqueles artistas que atuou como intermediador entre culturas.

Para a exposição foram selecionadas, do acervo do Museu Lasar Segall, as obras Eternos caminhantes, 1919, Navio de emigrantes, 1939/1941 e Encontro, 1924 e oito gravuras da série Emigrantes, além de extensa documentação e fotografias.

Lina Bo Bardi: tupí or not tupí. Brasil, 1946-1992

05/10/2018 a 13/01/2019

As obras de Lasar Segall, Floresta crepuscular, 1956; Floresta com quatro troncos escuros, c. 1955; Cabeça e cafezal, 1930; Emigrantes, 1929; Navio e montanhas, 1930; Cartão manuscrito por Lina Bo Bardi, 1956 – participam da exposição Lina Bo Bardi: tupí or not tupí. Brasil, 1946-1992 na Fundação Juan March em Madri.

Trata-se da primeira grande exposição na Espanha dedicada à figura de Lina Bo Bardi. A mostra pretende abordar o panorama artístico e cultural do Brasil da segunda metade do século XX, através da obra de Lina Bo Bardi.

A exposição reúne quase quatrocentas obras entre desenhos, pinturas, fotografias, objetos, esculturas, documentos e peças artesanais (muitas delas nunca vistas fora do país de origem e que convidam a descobrir as analogias da obra de Lina Bo Bardi com a antropofagia e o tropicalismo dos anos sessenta). As obras de Lasar Segall se inserem neste contexto.

Jankel Adler – e a vanguarda – Chagall | Dix | Klee | Picasso

17/04/2018 a 12/08/2018

As obras de Lasar Segall: Eternos caminhantes, Autorretrato II e Meus avós, juntamente com alguns documentos do acervo, estão participando da exposição Jankel Adler – e a vanguarda – Chagall | Dix | Klee | Picasso no Von der Heydt – Museum Wuppertal na Alemanha. A mostra, segundo a instituição, apresenta a primeira retrospectiva do trabalho de Jankel Adler em 30 anos. Nesta, aproximadamente 200 obras foram reunidas vindas dos Estados Unidos, Israel, Brasil, França, Polônia e Grã Bretanha, apresentando as conquistas deste pintor revolucionário podem ser redescobertas no contexto do modernismo.

O Rio do Samba: Resistência e Reinvenção

28/04/2018 a 10/03/2019
Orquestra, 1933

A obra de Lasar Segall, Orquestra, está participando da exposição O Rio do Samba: Resistência e Reinvenção exposição no Museu de Arte do Rio. A mostra, segundo o MAR, ficará em cartaz por um ano, terá como espaço principal o terceiro andar da instituição, área dedicada a investigar a história do Rio de Janeiro. Para explorar os aspectos sociais, culturais e políticos do mais brasileiro dos ritmos, foram reunidos cerca de 800 itens.